| Poemas |
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Poemas são horizontes, que nos falam alto sem sussurros esguios. Que fazer com eles? Nada. Tudo. Apenas senti·los... Basta, também os quero. Se já não sinto, então quero, quero... e quero muito. Oh, poeta que do alto falas, como sentes? De onde te saem essas palavras? Que livro tens? Como vês tu? Sim como escutas o que sentes? Cor esbarrada de castanho terra, sem luz do cru sol que nos faz gemer o pensamento. Como sentes horizontes claros, sem que te saiam palavras redondas? Sim, redondas de tanto serem ditas sem serem escutadas. Poemas ditos... Apenas ditos... e findos. Sem retorno, com ecos vazios, magros de ouvintes. Nunca a surdez atingiu tanto o pensamento. Doença esta... De rara, a moda passou... Fácil é apenas aceitar, resignar ao pronto, ao bonito charme de um "Sim, claro" E agora? O que resta? Palavras... Sempre fundas Sempre ditas de alto por alguém que as ame. |

Quando o " SENTIR " é Puro, o POEMA ganha a DIMENSÃO DA LUZ..., e, as "PALAVRAS " serão ditas; serão lidas ; serão ouvidas ; serão "VIVIDAS " por " QUEM " tiver a HUMILDADE de as assumir como suas compartilhando a " MENSAGEM " que , por Elas , o POETA Nos confia... Que a POESIA seja nas mãos do M:. PETRUS, a hábil ferramenta poara a Sua Participação NA OBRA ... Parabéns e ... FORÇA !... Zé Fialho-Harmonia