| É quase meia noite |
É quase meia noite, hora em que os homens que buscam a Harmonia acabam os trabalhos iniciados ao meio dia. Sempre discreto ... também aqui estou, disfarçado na pedra que vês a polir-se no doce afago das águas do lago. Pés bem assentes na minha querida terra, odeio a guerra e não sou ateu, gosto muito do deus que Deus me deu e aceito, de antemão, que o Teu Deus é tão bom ou melhor do que o meu. Na minha oficina tenho a boa sina de ser meu trabalho alisar a Pedra Bruta e deitar fora o cascalho. Sendo o Tempo meu companheiro, não acelero nem lhe dou luta, o tempo perfeito só é perfeito por ter sido feito ... ... e nele me aninho ... Vês, também, no meio do meu caminho as quatro árvores que sempre que anseio me servem de esteio: a mais grossa ... a árvore da Força; mais velha ... a da Sabedoria; da Beleza ... a mais esguia e, a quarta ... a da Divindade invisível que me protege o futuro e apaga a saudade ... Eis chegada a meia noite ... ... peço ao Grande Arquitecto que te proteja tecto e de todos os teus, digo-te adeus, até amanhã e vou descansar para amanhã, no fim da manhã, bem no pino do dia, repleto de Força, Beleza e Alegria ... estar outra vez ao teu lado a trabalhar! |
mlznsjpxd:
Sábado, 04 Fevereiro 2012 13:57
cqwmwxawba:
Quinta, 02 Fevereiro 2012 17:32
eyeklyitjs:
Quinta, 02 Fevereiro 2012 11:21
ksewvbyu:
Quarta, 01 Fevereiro 2012 16:56
Buck:
Terça, 31 Janeiro 2012 14:11
